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Convenção Coletiva 2013/2015

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2013/2015
NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SP005206/2013
DATA DE REGISTRO NO MTE: 16/05/2013
NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR023328/2013
NÚMERO DO PROCESSO: 46268.001282/2013-55
DATA DO PROTOCOLO: 15/05/2013

SIND DOS CONDUTORES DE VEIC ROD E ANEXOS DE S J R PRETO, CNPJ n. 60.000.619/0001-28, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). DANIEL CALDEIRA MATEUS; FEDERACAO TRAB EM TRANSPORTES RODOV ESTADO DE SAO PAULO, CNPJ n. 57.854.168/0001-81, neste ato representado(a) por seu Vice-Presidente,
Sr(a). DANIEL CALDEIRA MATEUS;
E
SINDICATO DAS EMPRESAS DETRANSP CARGAS DE SJRP E REGIAO, CNPJ n. 56.358.682/0001-63, neste ato representado(a) por seu Presidente, Sr(a). KAGIO MIURA; celebram a presente CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:
CLÁUSULA PRIMEIRA – VIGÊNCIA E DATA-BASE
As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 1º de maio de 2013 a 30 de abril de 2015 e a data-base da categoria em 1º de maio.
CLÁUSULA SEGUNDA – ABRANGÊNCIA
A presente Convenção Coletiva de Trabalho abrangerá a(s) categoria(s) PROFISSIONAL DOS CONDUTORES DE VEICULOS RODOVIÁRIOS, com abrangência territorial em Adolfo/SP, Altair/SP, Bady Bassitt/SP, Bálsamo/SP,
Catanduva/SP, Catiguá/SP, Cedral/SP, Cosmorama/SP, Guapiaçu/SP, Guaraci/SP, Ibirá/SP, Icém/SP, Irapuã/SP, Jaci/SP, José Bonifácio/SP, Macaubal/SP, Mendonça/SP, Mirassol/SP, Mirassolândia/SP, Monte Aprazível/SP, Onda Verde/SP, Orindiúva/SP, Palestina/SP, Palmares Paulista/SP, Paraíso/SP, Paulo de Faria/SP, Planalto/SP, Poloni/SP,
Potirendaba/SP, Sales/SP, São José do Rio Preto/SP, Sebastianópolis do Sul/SP, Tabapuã/SP, Tanabi/SP, Turiúba/SP, Uchoa/SP, União Paulista/SP e Urupês/SP. Gratificações, Adicionais, Auxílios e Outros Adicional de Hora-Extra
CLÁUSULA TERCEIRA – HORAS EXTRAS E ADICIONAIS
As empresas remunerarão as horas extras, independentemente de limite, com o adicional legal fixado em 50% (cinqüenta porcento) e calculado sobre a hora normal.
§ 1º.: As horas extras integrarão, quando habituais, a remuneração dos empregados, para efeito do “ DSR” , férias, 13º. Salário, Aviso Prévio, INSS, FGTS e verbas rescisórias.
§ 2º.: As empresas que já remuneram as horas extras em percentuais superiores, ou através de outros critérios de compensação ou pagamento a esse título, fica ressalvado o direito de manter inalterado esse procedimento.
Prêmios
CLÁUSULA QUARTA – PTS – PRÊMIO POR TEMPO DE SERVIÇO
O Prêmio por Tempo de Serviço, que faz jus todo empregado da área operacional com 2 (dois) ou mais anos de serviço prestado à mesma empresa, será calculado à base de 5% (cinco porcento) sobre o piso salarial
do Motorista Comum.
§ 1º.: Após completar 5 (cinco) anos de serviço para o mesmo empregador, o “ P.T.S” será acrescido em 1% (um porcento), de forma não cumulativa, para cada ano (completo) de serviço.
§ 2º.: O “P.T.S.” não tem natureza salarial para fins de equiparação, não podendo expressamente ser considerado verba salarial para quaisquer fins, bem como não será devido cumulativamente.
Participação nos Lucros e/ou Resultados
CLÁUSULA QUINTA – PLR
Os empregados ora representados, farão jus a título de participação nos resultados (PLR), ao valor correspondente a R$ 650,00 (seiscentos e cincoenta reais), que será pago em 2 (duas) parcelas de igual valor, correspondente a R$ 325,00 cada uma, a serem pagas juntamente com as folhas de pagamento dos meses de SETEMBRO/2013
e MARÇO/2014.
2- Para os fins rescisórios o pagamento será proporcional aos meses trabalhados, considerando o período de validade desta Convenção.
3- Fica ajustado que não será devida a parcela nos seguintes casos: *para os fins rescisórios dos empregados demissionários e para os empregados demitidos por justa causa, e *para as empresas que já adotam a PLR por criterios e planos proprios de participação.
4- Referida obrigação é criada nas prerrogativas e isenções fixadas pela Lei, não tendo, portanto, qualquer conotação salarial, não integrando a remuneração do empregado, para quaisquer finalidades.
Auxílio Alimentação
CLÁUSULA SEXTA – CESTA DE ALIMENTOS OU TICKET
Fica expressamente ajustado que as Empresas concederão mensalmente aos seus empregados uma cesta de alimentos composta com os seguintes itens:
=15 kg de arroz agulhinha tipo um; 3 lat. de óleo de soja c/ 900ml; 2 kg de feijão carioca tipo um; 1 kg de sal refinado; 500 g de fubá mimoso; 500g de farinha de mandioca; 1 kg de farinha de trigo; 3 kg de açúcar refinado; 1 unid. goiabada com 500g; 500 g de café em pó; 1 kg de macarrão espaguete; 1 extrato de tomate c/140g; 1 pct. de biscoito doce c/ 200g; 1lata sardinha c/ 135g. (obs: cesta com 29Kgs)
§ 1º.:Fica facultado a substituição da cesta de alimentos por “ TicketAlimentação” ou crédito através de cartão utilizado no comércio, sendo no valor equivalente a cesta de alimentos no mês correspondente.
§ 2º.: O benefício social ora ajustado possui natureza indenizatória e não se incorpora à remuneração para quaisquer efeitos, não constituindo base para contribuição previdenciária.
Auxílio Morte/Funeral
CLÁUSULA SÉTIMA – AUXÍLIO FUNERAL / SEGURO
Em caso de morte natural, ou por acidente de trabalho de empregado, as Empresas ficam obrigadas a pagar aos seus dependentes, habilitados perante a Previdência Social, o valor equivalente a 02 (dois) salários na base
do piso salarial vigente por ocasião do evento, a título de auxílio funeral.

1- Ficam dispensadas desta obrigação as empresas que contratar seguro de vida e acidentes em favor de seus empregados. Seguro de Vida
CLÁUSULA OITAVA – SEGURO DE VIDA OBRIGATÓRIO
Fica ajustado que as Empresas se obrigam na contratação de seguro de acidentes em favor de seus empregados motoristas na importância de dezoito mil reais r$18.000,00; conforme estabelece a Lei 12619/2012
Outros Auxílios
CLÁUSULA NONA – DIÁRIAS A PARTIR DE JUNHO DE 2013
Fica estabelecido o pagamento das diárias na forma ajustada na Convenção Coletiva, e, a partir do mês de JUNHO de 2013, nos valores discriminados a seguir:
DIÁRIA
ALMOÇO: R$ 15,00
JANTAR: R$ 15,00
PERNOITE: R$ 15,00
§ 1º.:Fica estabelecido,a título de reembolso indenizatório de despesas de refeições e pernoite, os valores e critérioscondicionantes de sua exigibilidadeprevista nesta cláusula e nos valores ajustados na cláusula, facultando-se o pagamento das diárias através de ticket refeição ou alimentação, sendo:
I.ALMOÇO:Será pago ao motorista e a cadaajudante,quando em serviços externos, sendo facultado às empresas a concessão desse reembolso através de ValeRefeição, ou quando não aceitos pelo comércio, através de antecipação em dinheiro.
II.JANTAR:Serápago ao motorista e a cada ajudante,além do valor do almoço, quando em viagens a serviço da empresa, em percursos que ultrapassem um raio de 100 (cem) quilômetros da sede da empresa.
III.PERNOITE:Esse valor, que já inclui o café da manhã, será pago ao motorista e a cada ajudante, quando emviagens a serviço da empresa, que em razão de sua natureza e da limitação de sua jornada de trabalho, implique em retorno no dia posterior.O pagamento do pernoite presume o cumprimento do intervalo intra-jornada, para todos os efeitos.
§ 2º.:Ficam ressalvados os casos das empresas que já fornecem osbenefícios supra ajustados, em suas sedes de origem e de destino das viagens, desde que assegurem, no mínimo, vantagens semelhantes, tais como, alojamento, refeitórios,etc.
§ 3º.:Esses pagamentos, que serão feitos a títulos dereembolso de despesas, poderão implicar na apresentaçãode comprovantes, a critério de cada empresa, observando os valores ajustados.
CLÁUSULA DÉCIMA – NÃO INCORPORAÇÃO SALARIAL
Todo e qualquer benefício adicional que as empresas, espontaneamente já concedem ou que vierem a conceder aos seus empregados, tais como:
convênios, seguros, diárias, cesta de alimentos e auxílios de qualquer espécie, inclusive o P.T.S, não serão considerados em qualquer hipótese e para nenhum efeito, como parte do salário ou remuneração do empregado, não podendo ser objeto de qualquer postulação seja a que título for.
Aposentadoria
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – GARANTIA – APOSENTADORIA
As empresas assegurarão aos empregados que estiverem a 1 (um) ano da aquisição do direito à aposentadoria integral e que contem com 5 (cinco) anos ininterruptos de serviço na mesma empresa, o emprego (ou salário) durante o
período que faltar para se aposentar, excetuando-se os casos de demissão por justa causa, de extinção do estabelecimento, ou motivo de força maior comprovada, desde que essa condição do empregado, seja por ele
expressamente informada e comprovada, por escrito, à sua empregadora.
Salários, Reajustes e Pagamento
Piso Salarial
CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – SALÁRIOS NORMATIVOS E BENEFÍCIOS
As partes CONVENENTES ajustam SALÁRIOS NORMATIVOS (PISO SALARIAL) e demais vantagens e benefícios, para ter vigência no período de maio/2013 a abril/2014, aplicando-se as normas legais vigentes, sendo defeso pleitear
a revisão de aplicação de índices de correção ou qualquer direito anterior. Esclarecem que os pisos salariais pactuados foram ajustados mediante critérios de negociações, e valoração econômica, e com reposição dos índices de inflação do período anterior, e calculados sobre os pisos salariais vigentes em abril/2013.
PISOS SALARIAIS
MOTORISTA CARRETA: R$ 1.480,00
MOTORISTA COMUM: R$ 1.330,00
MOTORISTA VEIC. LEVE(4MIL KG) R$ 1.210,00
MOTORISTA MANOBRISTA R$ 1.330,00
ARRUMADOR: R$ 1.053,00
AJUDANTE DE MOTORISTA: R$ 985,00
Reajustes/Correções Salariais
CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – CORREÇÃO SALARIAL DEMAIS FUNÇÕES E OUTROS
Para as demais funções não beneficiadas pelos “ salários normativos” e para os salários base acima do piso salarial, fica ajustado à aplicação do percentual de 9 % (nove por cento) para ter vigência a partir do mês de maio/2013.
1- Exclui-se da aplicação dos percentuais aqui ajustados os aumentos oriundos de promoção, equiparação, transferência, aumentos reais convencionados formalmente e término de aprendizagem, sendo que poderá ser feita compensação dos aumentos espontâneos do período.
2- O percentual ajustado aplica-se aos salários até o teto de dois mil e duzentos reais, e a partir deste valor fica ajustado a livre negociação.
CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA – REAJUSTE SALARIAL PARA O PERÍODO DE 2014/2015
VIGÊNCIA DA CLÁUSULA: 01/05/2014 a 30/04/2015
As partes convenentes ajustam negociações para o período de maio/2014 à abril/2015, garantia de reajuste salarial calculado pelo índice de inflação do INPC/IBGE do período de maio/2013 a abril/2014, mantendo-se as cláusulas sociais.
Pagamento de Salário – Formas e Prazos
CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA – PRAZO PAGAMENTO DE SALÁRIOS
O pagamento dos salários deverá ser efetuado até o quinto dia útil de cada mês subseqüente ao vencido, e, recaindo em dia de Sábado, deverá ser efetuado na Sextafeira antecedente.
Parágrafo único: O descumprimento do prazo previsto obriga o empregador ao pagamento de multa legal de 2% (dois porcento) sobre o saldo do salário devido, revertendo à multa em favor do empregado.
Descontos Salariais
CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA – DESCONTOS SALARIAIS
Os descontos salariais, em casos de multas de trânsito, quebra de veículos e avaria de carga, furto e roubo, serão admitidos em caso de culpa ou dolo do empregado, sendo que as despesas com cópias de “ B.O.” serão suportados
pela empresa.
Contrato de Trabalho – Admissão, Demissão, Modalidades
Aviso Prévio
CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA – AVISO PRÉVIO – 60 DIAS
Aos empregados com mais de 45 anos de idade e que, na ocasião de seu desligamento, não estiver recebendo nenhum benefício de aposentadoria, e que contar com mais de 5 (cinco) anos ininterruptos de trabalho na mesma
empresa, será assegurado um aviso prévio de 60 (sessenta) dias.
Outras normas referentes a admissão, demissão e modalidades de contratação
CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA – CONTRATO DE EXPERIÊNCIA
As partes convenentes se ajustam no sentido de que o Contrato de Experiência terá prazo máximo de 90 (noventa) dias; sendo um período de 45 (quarenta e cinco dias), podendo ser prorrogado por igual período.
Relações de Trabalho – Condições de Trabalho, Normas de Pessoal e Estabilidades
Normas Disciplinares
CLÁUSULA DÉCIMA NONA – MOTORISTA – OBRIGAÇÕES
Obrigações: 1- O motorista empregado tem o dever de cumprir os termos da Lei nº 12619/2012 pertinentes às regras do Codigo de Trânsito, cumprir os períodos de descanso e intervalos, bem como proceder as anotações de
papeletas, diários de bordos, ou outro meio adotado pela Empresa.
2- Fica proibido aos motoristas fazer-se acompanhar por terceiros em seus veículos (carona), sem autorização expressa do empregador. A inobservância acarretará despedida por justa causa.
3- Ao motorista cabe a responsabilidade de toda e qualquer Infração de trânsito por ele cometida na condução do veículo, inclusive o pagamento da multa que vier a sofrer, quando ficar configurada sua culpa ou dolo. O
motorista fica obrigado a entregar imediatamente ao empregador, a guia e ou talões de multas de trânsito ou qualquer outra infração.
4- O motorista, assim como qualquer empregado, fica obrigado a respeitar e cumprir o “ regulamento interno” das Empresas, sujeitando-se às penas de advertência, suspensão e demissão por justa causa, em caso de
desobediência e após aferido o grau de sua responsabilidade.
5 Ao motorista fica proibido abastecer o veículo, e quando ocorrer voluntariamente, não será devido adicional de periculosidade e ou insalubridade.
6- O motorista que tiver a C.N.H. suspensa pelo cometimento de infração de trânsito gravíssima, exceto as decorrentes de falta de equipamento ou defeito de veículo, fica sujeito à penalidade de demissão por justa causa.
7- O motorista zelará pela conservação do veículo que lhe for confiado, bem como deverá proceder aos reparos de emergência conforme sua capacitação.
Jornada de Trabalho – Duração, Distribuição, Controle, Faltas
Duração e Horário
CLÁUSULA VIGÉSIMA – JORNADA DE TRABALHO: LEI FEDERAL Nº 12619/2012
1- A jornada de trabalho do motorista é de oito (8) horas diárias e 44 (quarenta e quatro) horas semanais, conforme previsto na Constituição Federal e na Lei Federal nº 12.619/2012.
2- As Empresas poderão adotar jornada de trabalho de acordo com suas operações de transporte, respeitados os limites e as condições previstas na Lei Federal nº 12.619/2012.
3- O intervalo interjornada de 11 horas poderá ser fracionado em 9 (horas) mais 2 (horas).
4- Condições diferenciadas de jornada de trabalho poderão ser adotadas pelas Empresas através de Acordo específico com o Sindicato Obreiro e obrigatoriamente com assistência e participação do Sindicato Patronal.
Compensação de Jornada
CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA – COMPENSAÇÃO E BANCO DE HORAS
Banco de Horas mensal:- O excesso de horas de trabalho realizado pelo empregado motorista, em um dia, poderá ser compensado pela correspondente diminuição em outro dia, ficando ajustado o banco de horas mensal.
Controle da Jornada
CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA – CONTROLE JORNADA E TEMPO DE DIREÇÃO:
1- A jornada de trabalho será controlada pelo empregador, que poderá valer-se de anotação em diário de bordo, papeleta ou ficha de trabalho externo, nos termos do §3o do art. 74 da CLT, ou de meios eletrônicos idôneos instalados nos veículos, a critério do empregador, nos termos da Lei Federal nº 12619/12.
2- O motorista empregado é o único responsável pelo contrôle do tempo de direção e tempo de descanso estipulado no art. 67-A do Codigo de Transito Brasileiro.
Saúde e Segurança do Trabalhador
Equipamentos de Segurança
CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA – UNIFORME E EPI
Quando exigido o uso de uniforme e ou “ E.P.I.” pelo empregador, este será obrigado a fornecê-lo gratuitamente aos seus empregados.
Relações Sindicais
Acesso a Informações da Empresa
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA – GUIAS DE RECOLHIMENTO
Por ocasião do recolhimento da Contribuição Sindical, as empresas enviarão aos respectivos Sindicatos, cópias das guias de recolhimento, juntamente com a relação nominal dos empregados correspondentes.
Contribuições Sindicais
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA – CONTRIBUIÇÕES: SOCIAL, ASSISTENCIAL E CONFEDERATIVA (PATRONAL E OBREIRA)
Os Sindicatos Convenentes exercerão livremente, de acordo com deliberações de suas respectivas Assembléias Gerais, o direito de cobrança das contribuições: social, assistencial e confederativa, respeitando-se os limites, o direito de oposição e as disposições legais pertinentes.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA – DESCONTOS E REPASSES
Os descontos das contribuições sindicais de todos os empregados, fixadas conforme critérios e valores aprovados nas respectivas AGE dos sindicatos, deverão ser repassados para os Sindicatos Convenentes das respectivas bases.
1- No ato de homologação de rescisões trabalhistas, as empresas deverão comprovar o recolhimento das contribuições sindicais, ou quitar as mesmas em caso de atraso.
Procedimentos em Relação a Greves e Grevistas
CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA – COMPROMISSOS
As entidades convenentes se comprometem superar eventuais conflitos, assumindo, a entidade obreira, a obrigação de: não fomentar, não deflagrar, e não patrocinar qualquer movimento de greve geral ou paralisação isolada por
empresa, sem que antes disso mantenha conversações com o Sindicato da categoria econômica para busca de solução amigável; e, em face de eventual conflito o Sindicato Obreiro deverá comunicar por escrito o Sindicato Patronal,
quer de eventual irregularidade praticada e ou sempre que tiver reivindicações, observando-se o prazo de vinte dias de antecedência.
Outras disposições sobre relação entre sindicato e empresa
CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA – CÂMARA DE CONCILIAÇÃO INTERSINDICAL
As partes convenentes estabelecem a continuidadeda Câmara de Conciliação Intersindical, implantada e regulamentada nos moldes da Lei n.º 9958/00.
Disposições Gerais
Mecanismos de Solução de Conflitos
CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA – JUÍZO COMPETENTE
As partes elegem a Justiça do Trabalho, como preceitua o art. 114, da C.F., para dirimir não só as dúvidas oriundas deste instrumento, mas também, quaisquer questões pertinentes a Contribuição Sindical, Confederativa e
Assistencial.
Aplicação do Instrumento Coletivo
CLÁUSULA TRIGÉSIMA – APLICAÇÃO LEGAL DA CONVENÇÃO
A presente Convenção Coletiva abrange todos os trabalhadores no setor operacional dos transportes de cargas, alotes, e anexos: motorista, ajudande de motorista, motorista manobrista, operador de empilhadeira, arrumador de carga, e funções afins.
Outras Disposições
CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA – RECONHECIMENTO DA CONVENÇÃO
A presente Convenção Coletiva e os seus aditivos e acordos firmados e registrados, em todos os seus termos, ajustes e condições pactuados, que representa a legitima vontade e o interesse das partes, deverá ser conhecida e respeitada por todos, inclusive autoridades civis, fazendárias, fiscalizadoras, e judiciárias do trabalho e civil, conforme permitido no art. 7º Inciso XXVI da Constituição Federal.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA – CATEGORIAS PROFISSIONAIS
Os Sindicatos profissionais convenentes não representam os motoristas autonomos proprietários de veículos “TAC” que, com este, prestam serviços às Empresas de Transporte, bem como os autônomos que, com veículos de
terceiro, prestam serviços às Empresas, ficando expressamente ajustado que não haverá vinculo empregatício entre as partes citadas e quando o autônomo e/ou proprietário de veículos prestar serviços às Empresas assumindo os riscos e os custos operacionais do transporte (ex.: combustível, manutenção do veículo, licença, ipva, etc.).
CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA – ASSINATURAS E REGISTRO DA CONVENÇÃO
Assim, por estarem justos e convencionados firmam a presente CONVENÇÃO COLETIVA, que será levada e protocolada na Gerência Regional do Trabalho e Emprego em São José do Rio Preto/SP, para registro e arquivamento, produzindo efeitos a partir do mês de maio/2013 (inclusive), ficando revogadas as disposições anteriores.
São José do Rio Preto, 15 de maio de 2013.
DANIEL CALDEIRA MATEUS
Presidente
SIND DOS CONDUTORES DE VEIC ROD E ANEXOS DE S J R PRETO
DANIEL CALDEIRA MATEUS
Vice-Presidente
FEDERACAO TRAB EM TRANSPORTES RODOV ESTADO DE SAO PAULO
KAGIO MIURA
Presidente
SINDICATO DAS EMPRESAS DETRANSP CARGAS DE SJRP E REGIAO
A autenticidade deste documento poderá ser confirmada na página do Ministério do
Trabalho e Emprego na Internet, no endereço http://www.mte.gov.br .

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Marcelo Rocha Main

Marcelo Rocha Main

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